Este blog tem por finalidade promover a discussão, troca de experiências e suporte para os professores de Geografia da Rede Municipal de São Vicente e demais interessados.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Conceitos básicos da geografia - Abril Educação
Uma Web aula com o Professor da USP José Willian Vesentini explicando os conceitos básicos sobre o Espaço, Território, Região, Paisagem e Lugar.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Como funciona uma usina hidrelétrica?
Infográfico animado sobre o funcionamento de uma usina hidrelétrica, ideal para ser trabalhado com os alunos, servindo como suporte para a explicação de conceitos acerca da energia hidrelétrica e o funcionamento das usinas, assim como a reflexão acerca dos impactos causados na construção deste tipo de usina.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
"Aquecimento Global: uma farsa?!"
Bom dia
professores e frequentadores do blog de Geografia.
Para
os interessados na entrevista completa segue o vídeo abaixo.
Em
um de nossos encontros de formação em 2010, convidei um grande amigo, o Dr.
Antonio Carlos Martinho Junior, para realizar uma palestra para os professores
de Geografia. O tema abordado pelo palestrante "Aquecimento Global"
propiciava a reflexão acerca da veracidade dos fatos noticiados e propunha a
discussão sobre os interesses que levavam governos e mídias a convergirem para
uma propagação de ideias equivocadas e muito contestadas no meio científico.
Pois
bem, no programa do Jô neste mês de maio o professor de climatologia na USP
Ricardo Augusto Felício que fez seu doutorado sobre a Antártida, afirma com
todas as letras: “o aquecimento global é uma mentira”. Segundo ele, não existem
provas científicas desse fenômeno.
Ricardo
Augusto Felício comentou que o nível do mar não está aumentando e que o gelo
derrete sim, mas depois volta a congelar, porque esse é o seu ciclo. O
professor lembrou ainda que o El Niño, um fenômeno natural, faz esse nível
variar cerca de meio metro.
“O
nível do mar continua no mesmo lugar. Primeiro se fosse derreter alguma coisa,
teria que ser a Antártida, mas para derretê-la você tem que ter na Terra uma
temperatura uns vinte ou trinta graus mais elevados”, explicou o professor.
Ricardo também afirmou que o efeito estufa é uma física impossível
e que a camada de ozônio é uma coisa que não existe. O professor ainda
respondeu perguntas da plateia como se a Amazônia é o pulmão do mundo e se a
garoa característica de São Paulo está diminuindo.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Vídeo sobre energia fotovoltaica
Vídeo muito interessante sobre a energia fotovoltaica no Brasil.
Vale a pena conferir e trabalhar com os alunos.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Como o professor de Geografia pode se preparar para resolver as dúvidas de atualidades?
Sueli Furlan, professora do Departamento de Geografia da USP, explica o que o educador deve fazer para estar pronto para responder às questões que envolvem as atualidades.
Vídeo retirado do youtube http://www.youtube.com/watch?v=nSleVlwk9yk
Infográfico Blocos Econômicos
Para os professores que gostam de fazer uso em suas aulas dos recursos tecnológicos, fica a dica para este link da revista Nova Escola, que disponibiliza um infográfico muito interessante sobre a evolução dos blocos econômicos.
Vale a pena conferir e, se possível, trabalhá-lo com os alunos.
Vale a pena conferir e, se possível, trabalhá-lo com os alunos.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Sugestão de atividade
A atividade abaixo contempla a queda do Muro de Berlim e pode ser utilizada para a reflexão deste e demais assuntos complementares.
Analise o texto abaixo que faz referência a queda do Muro de Berlim.
Após a leitura e interpretação do texto, responda as questões abaixo.
01 – Como podemos explicar a Guerra Fria? 02- Qual a fundamentação utilizada para justificar a construção do Muro de Berlim? 03- No contexto atual, ainda encontramos países comunistas? Elabore uma pesquisa sobre o assunto e redija um texto contemplando as principais características do comunismo na atualidade. 04- Pesquise junto ao livro didático e cite os problemas que persistem nos países da antiga Alemanha Oriental. 05- Com intermédio de seu professor discuta com seus colegas e produza um texto justificando o título da reportagem. 06- Justifique o trecho abaixo: “... uma única data marca o início de uma nova era.” 07- Dentre os dados apresentados na imagem, cite o mais impactante e justifique sua escolha. |
Adaptado do caderno de apoio pedagógico da Prefeitura do Rio de Janeiro.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo final" (Chico Xavier)
Jornada Escolar
01/02/2012 - Gincana
Local: Centro de Convenções da Mata Atlântica
Avenida Capitão Luís Pimenta, 811 - Parque Bitarú - São Vicente
Período:
Manhã - 9h
Tarde - 14h
Tarde - 14h
Obs.: Orienta-se o uso de roupas e calçados confortáveis.
02/02/2012 - Formação pedagógica
Tema: Arqueologia da paisagem: desafios e práticas
Local: EMEF Carolina Dantas
Rua Aurélio Ponna, 26 - Catiapoã - São Vicente-SP
Período:
Manhã - 8h
Tarde - 14h
03/02/2012 - Formação pedagógica
Tema: Estimule seus alunos a colar
Local: EMEF Carolina Dantas
Rua Aurélio Ponna, 26 - Catiapoã - São Vicente-SP
Período:
Manhã - 8h
Tarde - 14h
Obs:
1) Cada professor deve comparecer a cada encontro em seu horário de trabalho.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Como explorar as diferentes paisagens brasileiras com "O Caminho das Nuvens"
Pesquisando atividades relacionadas com filmes encontrei um bom plano de aula disponível no site da Revista Nova Escola, e que pode ser útil na abordagem do conteúdo aproximando os alunos a linguagem do cinema.
Filme: "O Caminho das Nuvens"
Em O Caminho das Nuvens, pai, mãe e cinco filhos da Paraíba saem de seu estado com destino ao Rio de Janeiro em busca de uma vida melhor, repetindo um ciclo de migração que o Brasil conhece bem há décadas. Mas, por falta de dinheiro, eles percorrem os 3,2 mil quilômetros do percurso de bicicleta. "Além de discutir o processo da migração interna, as imagens também revelam aos alunos a diferença da paisagem em cada estado por onde passam os protagonistas", afirma a professora Aline Souza Melo, que leciona nos colégios Nova Escola e I. L. Peretz, ambos em São Paulo.
Objetivo
Observar as mudanças da paisagem (construções e natureza) e dos modos de vida (roupas, costumes e tecnologia) ao longo do tempo.
Conteúdo Paisagem, espaço e lugar.
Objetivo
Observar as mudanças da paisagem (construções e natureza) e dos modos de vida (roupas, costumes e tecnologia) ao longo do tempo.
Conteúdo Paisagem, espaço e lugar.
Trechos selecionados Foco no início do filme, que ilustra a realidade da família na Paraíba e as cenas que mostram as mudanças de cenário à medida que os personagens avançam (cena 1 - 1m30s a 9m10s; cena 2 - 16m57s a 21m55s; cena 3 - 24m04s a 25m08s; cena 4 - 35m16s a 39m25s; cena 5 - 51m51s a 53m45s). O fim do filme, quando chegam ao destino (cena 6 - 1h10m20 a 1h18m00s).
Atividade Distribua um roteiro de observação do filme com alguns itens para direcionar o olhar dos estudantes sobre paisagem, relações familiares, cultura, condições de trabalho e objetivo da família. Exiba os trechos do filme e, no fim, peça que escrevam sobre o desenvolvimento de cada estado, as condições das estradas, o estilo das construções, aspectos que mostrem a desigualdade social, o papel de cada um na família e a importância da obediência aos pais. Questione também o que eles acham sobre o pensamento fixo da família em mudar de cidade e melhorar a qualidade de vida. Sistematize as respostas no quadro e organize uma discussão coletiva.
Elaborada pela Professora Aline Souza Melo e apresentada no site da Revista Nova Escola.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Atividades de Geografia sobre Terremotos, Vulcanismo e Placas Tectônicas
01- O filme 10.5 O Dia Que a Terra não Aguentou, cita várias falhas geológicas, umas menores, outras maiores, entre elas, a mais conhecida é a falha de San Andreas. Procure em um site de busca como o Google, imagens e dados desta falha. Faça um pequeno resumo sobre ela.
02- Utilizando – se do www.geofacil.blogspot.com nos links vulcanismo e terremotos, descubra:
a ) Quais os terremotos mais mortais e os de maiores intensidades já ocorridos?
b) Porque existem intensas atividades vulcânicas na Islândia, conforme vimos recentemente nos jornais? Explique.
03- O filme da série Poeira nas Estrelas, exibida pelo Programa Fantástico da Rede Globo, cita o Kilawea como um dos vulcões mais ativos do mundo. Pesquise em um site de busca, sobre o vulcão Kilawea e faça um pequeno resumo sobre suas principais características.
04- No Geofacil, no link sobre vulcanismo vemos uma foto de uma “estátua humana” vítima da erupção do Vesúvio, um famoso vulcão localizado na Itália. Pesquise e fale sobre o Vesúvio.
05- Explique porque o Brasil não está sujeito a grandes terremotos e a erupções vulcânicas.
06- Pesquise na internet, onde aconteceu o maior terremoto do Brasil, sua intensidade e porque não houve vítimas?
07- Pesquise no Geofacil, link IBGE: entenda o processo de formação dos continentes e responda:
a) Qual era o nome do super - continente que deu origem aos atuais? A partir de quando começou a se dividir?
b) Qual é o nome dos dois continentes que se originaram a partir do primeiro? Qual é o nome da teoria que afirma que todos os continentes estão em movimentos?
c) A partir de quando deu – se início a divisão entre a América do Sul e a África?
02- Utilizando – se do www.geofacil.blogspot.com nos links vulcanismo e terremotos, descubra:
a ) Quais os terremotos mais mortais e os de maiores intensidades já ocorridos?
b) Porque existem intensas atividades vulcânicas na Islândia, conforme vimos recentemente nos jornais? Explique.
03- O filme da série Poeira nas Estrelas, exibida pelo Programa Fantástico da Rede Globo, cita o Kilawea como um dos vulcões mais ativos do mundo. Pesquise em um site de busca, sobre o vulcão Kilawea e faça um pequeno resumo sobre suas principais características.
04- No Geofacil, no link sobre vulcanismo vemos uma foto de uma “estátua humana” vítima da erupção do Vesúvio, um famoso vulcão localizado na Itália. Pesquise e fale sobre o Vesúvio.
05- Explique porque o Brasil não está sujeito a grandes terremotos e a erupções vulcânicas.
06- Pesquise na internet, onde aconteceu o maior terremoto do Brasil, sua intensidade e porque não houve vítimas?
07- Pesquise no Geofacil, link IBGE: entenda o processo de formação dos continentes e responda:
a) Qual era o nome do super - continente que deu origem aos atuais? A partir de quando começou a se dividir?
b) Qual é o nome dos dois continentes que se originaram a partir do primeiro? Qual é o nome da teoria que afirma que todos os continentes estão em movimentos?
c) A partir de quando deu – se início a divisão entre a América do Sul e a África?
terça-feira, 16 de agosto de 2011
PRODUÇÃO DE UM "GLOBO TERRESTRE"
Introdução
Pesquisando materiais e atividades para proporcionar o apoio pedagógico aos docentes de Geografia tomei ciência do LAEGE e das propostas de atividades e projetos desenvolvidos no laboratório.
Objetivos e utilidade
Pesquisando materiais e atividades para proporcionar o apoio pedagógico aos docentes de Geografia tomei ciência do LAEGE e das propostas de atividades e projetos desenvolvidos no laboratório.
Com materiais de baixo custo, sucata ou material descartável, é possível melhorar as aulas de Geografia para dar ao aluno meios para apreender e perceber alguns fenômenos ou conceitos geográficos importantes. No Curso de Geografia do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista, Campus de Rio Claro (SP), é oferecida para os alunos de Licenciatura, como disciplina obrigatória do currículo, a aula de "Instrumentação para o Ensino de Geografia". O curso é ministrado em um laboratório didático (Laboratório de Apoio ao Ensino de Geografia - LAEGE), vinculado ao Departamento de Geografia, com aulas práticas, correspondentes a uma série de "projetos", que objetivam dar ao futuro professor os meios para melhorar seu desempenho didático. Aos interessados o LAEGE abre matrículas para acompanhamento do curso no início do ano letivo.
Muito interessante a abordagem de um experimento que é de conhecimento da grande parte dos docentes de Geografia. Vale a pena conferir.Objetivos e utilidade
A partir de uma esfera de isopor, produzir na sua superfície os meridianos e paralelos (a linha do Equador, de Greenwinch e o Meridiano Internacional de Data) e os fusos horários, reproduzindo o globo terrestre. Na parte interna da esfera/globo terrestre de isopor, a composição (o corte) das camadas que formam o interior da Terra (Núcleo, Manto e Crosta terrestre) e ainda, no conjunto, o Sistema Terra-Lua. O uso deste conjunto abrange vários tópicos do programa de Geografia e o professor pode lançar mão deste instrumento na medida das suas necessidades.
Duas semiesferas de isopor de 250 mm de diâmetro
Uma folha de cartolina branca
Um pedaço de madeira (cerca de 20 cm)
Um pedaço de madeira (para servir de base)
Um prego ou parafuso
Martelo
Compasso grande
Caneta (marcador) preta para retroprojetor
Caneta (marcador) vermelha para retroprojetor
Barbante
Palito de dente
Dois pedaços de papelão
Um metro de arame galvanizado nº 14
Alicate
O corpo vazio de uma caneta BIC (sem a carga e tampas)
Régua flexível de 30cm
Cola para isopor ou cola brancaUma folha de cartolina branca
Um pedaço de madeira (cerca de 20 cm)
Um pedaço de madeira (para servir de base)
Um prego ou parafuso
Martelo
Compasso grande
Caneta (marcador) preta para retroprojetor
Caneta (marcador) vermelha para retroprojetor
Barbante
Palito de dente
Dois pedaços de papelão
Um metro de arame galvanizado nº 14
Alicate
O corpo vazio de uma caneta BIC (sem a carga e tampas)
Régua flexível de 30cm
Pedaço de isopor (3 a 4cm2)
Duas esferas de isopor de 100mm
Caixa de tinta guache, com as cores básicas
Pincel médio
Tesoura
Serra tico-tico
* O material acima pode ser adaptado, sendo substituído por materiais mais acessíveis a sua realidade.
Procedimento técnico (PASSO-A-PASSO)
2 Coloque sobre o círculo desenhado, uma das semiesferas do "globo" de isopor e com a caneta (marcador) preta para retroprojetor, marque um pequeno ponto na borda da semiesfera, onde coincide com cada linha do ângulo de 15º do círculo desenhado na cartolina - você vai ter na semiesfera de isopor 24 marcas.
3 Amarre um pedaço de barbante (que vai do cimo até a borda da semiesfera), num palito e finque-o exatamente no topo da semiesfera.
5 Acople a outra semiesfera de isopor na semiesfera que foi desenhada os meridianos e marque com a caneta (marcador) preta, os pontos correspondentes aos meridianos traçados e com a caneta (marcador) vermelha, o Meridiano de Greenwich e a Linha Internacional de Data. Repita o mesmo procedimento com o palito e o barbante nesta outra semiesfera, completando os semicírculos. Não use nesta outra semiesfera a marcação através da cartolina, pois dificultará a acoplagem com a outra semi-esfera, podendo não coincidir a continuação dos semicírculos meridianos.
7 Corte metade do corpo de caneta BIC com a serra tico-tico (de modo que fique um tubo livre), escolha o "polo Sul" do globo de isopor, enterrando-a até transpassar para a parte interna da semiesfera, deixando para fora somente uns 2 cm. Na parte interna, use um pedaço de isopor e enterre o restante da caneta com um pouco de cola, de modo que fiquem colados a caneta no isopor e este na parede interna da semiesfera.
9 Está pronto o pedestal e o globo, com as latitudes, longitudes e fusos horários, Meridiano de Greenwich, Linha Internacional de Data, Equador terrestre; resta fazer o sistema Terra-Lua.
10 Para o sistema Terra-Lua corte um pedaço do arame nº 14, em torno de 70 cm, no qual, numa das extremidades, faça uma pequena dobra em "L" com o alicate (para encaixar na Lua); na outra extremidade, com o alicate, dê várias voltas (torcendo em torno) do prego ou parafuso sobre a haste de madeira, deixando um espaço para o prego se encaixar no tubo da BIC, fixada no "polo Sul" do globo de isopor.
11 A Lua é feita com a esfera de isopor de 100 mm que deve ser pintada de cinzaescuro com o guache; a porção do 'bico' da tampa da caneta BIC, serrada (em torno de 1cm), deve ser introduzida, com um pouco de cola, no "polo Sul" da Lua; faça antes, no ponto superior do bico da tampa, um furo com um prego mais grosso, de modo que o arame que sairá do pedestal tenha sua extremidade em "L" aí encaixada.
12 E o interior da Terra, como fazer? Separe novamente o globo de isopor em duas partes e, numa delas, coloque um dos pedaços de papelão/ cartolina/ papel pardo cortado em círculo de modo que se encaixe um pouco abaixo do contato entre as duas semiesferas.
Produto Final
segunda-feira, 13 de junho de 2011
O seu município no Brasil
Proposta de Atividade
1. Consulte no site do IBGE os dados referentes à população e às condições sociais do seu município e do país:
• População total, rural e urbana.
• Índice de analfabetismo, escolaridade, atividades econômicas, emprego e desemprego.
• IDH.
• População total, rural e urbana.
• Índice de analfabetismo, escolaridade, atividades econômicas, emprego e desemprego.
• IDH.
2. Elabore um texto que analise e justifique as diferenças ou as semelhanças entre os dados de seu município e os dados nacionais.
É importante que o aluno seja orientado nesta pesquisa. Se a escola tem acesso à internet, os dados podem ser coletados diretamente no site do IBGE; do contrário, a prefeitura também pode fornecer essas informações.
É importante que o aluno seja orientado nesta pesquisa. Se a escola tem acesso à internet, os dados podem ser coletados diretamente no site do IBGE; do contrário, a prefeitura também pode fornecer essas informações.
O objetivo é que o aluno faça uma comparação entre os dados locais e nacionais e compreenda que um influencia o outro. Assim, ele poderá entender que o seu município tem uma participação no resultado dos dados coletados pelos órgãos públicos.
Além de possibilitar que compreenda as características demográficas, econômicas e sociais do município e país que vive.
(adaptado do material didático Geografia, Sociedade e Cotidiano)
terça-feira, 31 de maio de 2011
Conhecendo o nosso município
O objetivo desta atividade é sistematizar o conceito de território institucional e orientar o aluno no sentido de conhecer melhor os administradores locais. Nesse momento, seria importante convidar alguém ligado à administração municipal (vereadores, um de seus assessores ou, ainda, um representante da prefeitura) para ir até a escola e falar sobre o município e os projetos que estão em andamento na Câmara Municipal.
Busca-se, nesta atividade, levar até o aluno um pouco do trabalho que os vereadores desenvolvem, podendo-se ressaltar a importância do voto consciente e a cidadania exercida nas eleições. É possível até promover uma eleição na escola para o grêmio estudantil, com a promoção de debates e o compromisso dos alunos para exercer o mandato.
Para responder às questões a seguir, consulte um mapa do seu município e procure uma bibliografia confiável:
a) Qual é o nome do município onde você vive?
Resposta pessoal.
b) Qual é a área que ele ocupa?
Resposta pessoal. Esta resposta pode ser encontrada na prefeitura de sua cidade, em cartórios municipais, no IBGE ou em mapas políticos estaduais que apresentam a área dos seus respectivos municípios. Caso você tenha acesso à internet, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) dispõe de um site que oferece esses dados: http://www.ibge.gov.br.
Caso nenhuma dessas possibilidades seja acessível, oriente os alunos a procurarem pessoas da sua cidade que conheçam esse dado.
c) Em uma folha de papel, elabore um mapa do seu município:
• localize, de acordo com os pontos cardeais, os limites do seu município;
• localize os distritos existentes.
Resposta pessoal.
d) Como e quando foram estabelecidos legalmente os limites territoriais do seu
município?
A resposta depende do município onde vive o aluno. O aluno terá a oportunidade de descrever os conflitos ou as negociações que acompanharam a delimitação da extensão territorial do município onde vive.
e) Quem são atualmente o prefeito e os vereadores do município onde você vive?
Descreva algumas ações deles.
A resposta depende do município onde vive o aluno e do que está sendo realizado nele.
O objetivo deste registro é fazer com que o aluno sistematize os dados referentes ao município onde mora, desde sua formação histórica e territorial, seus limites geográficos até os grupos sociais envolvidos na construção desse processo.
(extraído do material didático Geografia, Sociedade e Cotidiano)
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Estudo do meio
Nos encontros com os docentes de Geografia, nas visitas realizadas nas U.E.s, me foi solicitado um roteiro que fosse interessante para trabalhar com os alunos em uma saída para realizar o estudo do meio.
Desta forma, pesquisei algumas possibilidades e adaptando dentro das diversas realidades disponibilizo para os docentes um modelo.
Estudo do meio
Organização
• Escolher um ou mais lugares que alunos e professores desejam estudar.
• Levantar o conhecimento que o grupo já possui sobre a área selecionada.
• Fazer um reconhecimento prévio: ida ao lugar escolhido para observação sensitiva
(olhar, ouvir, sentir o cheiro).
• Levantar o material e a bibliografia existente sobre esse lugar: mapas (antigos e atuais),
fotografias, poemas, livros, músicas, reportagens de jornais e revistas, vídeos e outros
tipos de documento que registrem sua história.
• Selecionar e analisar o material coletado.
• Definir um problema (uma questão) com base no que viram no local e no material
coletado.
• Selecionar pessoas que vivem no lugar para serem entrevistadas.
• Elaborar um roteiro de entrevistas.
• Dividir os grupos e as tarefas a serem feitas na saída a campo: entrevistador,
observador, desenhista, fotógrafo e redator.
• Definir uma data para a saída, quando será feita a coleta de dados sobre o lugar.
• Agendar a visita, caso seja necessário (museu, órgãos públicos, indústrias, parques
etc.).
• Definir o trajeto.
• Estabelecer condutas e normas com o grupo.
• Elaborar o caderno de campo com os roteiros das entrevistas, mapas, fotografias,
orientações, condutas etc.
• Providenciar autorização dos pais para a saída.
Atividades da saída
• Anotar as observações ao longo do trajeto (diário de bordo).
• Entrevistar, fotografar, desenhar e coletar outros dados.
Atividades do retorno
• Socializar o material coletado. No retorno, todo o material coletado deve ser organizado
de forma que todos conheçam as entrevistas, as fotos, os desenhos obtidos etc.
• Analisar os dados coletados com o objetivo de responder à questão formulada na etapa
de preparação do trabalho.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Atividade
Durante minha visita ao professor Jonas da EMEF "Pastor Joaquim" tive a oportunidade de observar uma de suas atividades, e com a permissão do professor partilho com vocês.
Uma atividade que engloba raciocínio lógico e conceitos geográficos, ótima para trabalhar com os alunos e dar margem para se aprofundar em alguns conteúdos.
Agradeço ao professor Jonas e fica o convite para os professores para que socializem suas atividades.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Região Sudeste
Disponibilizo um slide sobre a região Sudeste, pertinente para trabalhar com os alunos dos 7ºs anos.
Apresenta seu conteúdo em tópicos, ideal para a interação do professor na explanação do tema.
Região sudeste
Apresenta seu conteúdo em tópicos, ideal para a interação do professor na explanação do tema.
Região sudeste
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Comparação entre paisagens
A postagem desta semana é pautada em uma proposta de aula dinâmica, que possibilita o envolvimento da sala valorizando a percepção do espaço.
Objetivos
- Desenvolver habilidades de leitura da paisagem.
- Desenvolver habilidades de leitura da paisagem.
- Ampliar o conhecimento espacial em relação ao seu lugar.
Conteúdos
- Construção da leitura e da expressão sobre o lugar e sua dinâmica.
- O gênero descritivo e a paisagem.
Material necessário
- Caderno de campo, papel vegetal, máquina fotográfica, plantas e mapas do local e/ou internet para consulta de mapas e lápis preto.
Desenvolvimento
1ª etapa
Forme grupos e distribua fotos antigas do seu município (campo ou cidade). Peça que os alunos identifiquem o lugar retratado e justifiquem sua resposta. Faça uma roda para que os grupos apresentem suas ideias, falem sobre as marcas do passado na paisagem atual e as possibilidades de ler por meio delas ações de sua dinâmica. Solicite a todos que construam um croqui (esboço) do lugar com pontos de referência e nomes (topônimos). Oriente-os a escrever legendas.
2ª etapa
Avalie os dados e prepare um roteiro para a visita ao entorno da escola. Selecione fotos, textos e mapas do lugar para montar o caderno de campo, deixando espaços para anotações, desenhos e colagem das fotos feitas na visita. Chame a atenção para a dinâmica da paisagem em diferentes situações (num dia frio, ensolarado etc.). Faça uma oficina preparatória antes da saída a campo para discutir as formas de registro, como as fotografias.
3ª etapa
No campo, peça que caminhem e observem o lugar. Solicite que representem a observação desenhando a lápis. Sugira que fechem os olhos e atentem para os odores, as sensações táteis e os sons do lugar, que serão descritas e diga que escolham um campo de observação para perceber detalhes, como a topografia, a vegetação e a fauna e, por fim, para fotografar o local escolhido em diferentes planos. O ideal é que façam pelo menos uma entrevista, conforme as oportunidades e os interesses que surgirem. Instrua-os a completar o caderno de campo.
4ª etapa
Divida a turma em duplas. Peça que cada aluno escolha uma das fotos tiradas e explique que ele vai descrevê-la para que seu colega possa desenhá-la. Solicite que sigam os seguintes passos: sobrepor à foto um papel transparente e delimitar seus planos de profundidade; rever as anotações feitas sobre o lugar da foto; refletir sobre a escolha do local e da imagem; e escrever uma carta ao colega explicando suas escolhas. O texto deve descrever a foto com explicações sobre posição dos objetos, formas, cores, localização dos elementos em relação ao leitor (à sua direita, esquerda, acima, abaixo), aos seus planos (primeiro, médio e fundo) e campos (inteiro, parcial, detalhado). Proponha uma discussão sobre os textos.
5ª etapa
Peça que cada estudante pesquise uma foto de paisagem que seja diferente do lugar do entorno estudado e a compare com as demais imagens produzidas por eles. Forme grupos e instrua-os a montar um quadro comparativo sobre as diferenças que encontraram entre os outros locais e o da escola. Faça uma roda para que eles apresentem seus quadros. Em seguida, ajude-os a decidir como e qual seria um lugar contrastante com o entorno da escola.
6ª etapa
Proponha uma nova ida a campo, com coleta de dados de acordo com os critérios de contrastes e ligações afetivas levantados pelos alunos, o que permite estabelecer comparações com a primeira visita de campo.
Avaliação
Solicite a construção de uma composição comparativa entre os lugares usando diferentes linguagens e formas de expressão: textos, imagens, mapas, croquis e avalie o resultado, atentando para a apropriação de conceitos geográficos.
(retirado do site da Revista Nova Escola, de autoria de Iara Castellani)
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Energia Nuclear
As usinas nucleares um bem ou um mau para a sociedade?
No ocidente, usinas possuem um rigoroso sistema de segurança para evitar contaminação do meio ambiente.
Um acidente na Usina de Angra dos Reis em maio de 2009 fez os brasileiros relembrarem o eterno fantasma do vazamento em Chernobyl, que ocorreu na Ucrânia em 1986, e levantou a questão: será que esse tipo de usina é seguro? Os especialistas garantem que sim. "Verificando o histórico de operação de usinas ocidentais, é possível constatar que se passaram mais de 50 anos sem acidentes com vítimas fatais. Aqui no Brasil, a usina de Angra 1 já tem 15 anos de operações sem acidentes graves, número bem menor do que o registrado em outras atividades industriais", afirma Edson Kuramoto, diretor da Associação Brasileira de Energia Nuclear. A mesma opinião é compartilhada por Luís Antônio Albiac Terremoto, pesquisador do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), "as pessoas têm essa idéia de que a energia nuclear pode ser perigosa porque não têm idéia do grau de segurança das usinas. Para vazar ao meio ambiente, a radiação precisa passar por seis barreiras. O que aconteceu em Chernobyl é que não haviam várias dessas barreiras e houve uma operação negligente. Mesmo assim, até hoje morreram apenas 45 pessoas em decorrência do acidente", explica o físico.
Além de ser segura, a energia nuclear ainda tem a vantagem de ser considerada limpa, ou seja, não provoca emissões de gases estufa. Fora isso, a área ocupada por uma usina nuclear é pequena se comparada à quantidade de energia gerada. A quantidade de resíduos gerados também é menor do que em outras atividades industrias. Ou seja, as usinas nucleares são a aposta para o futuro. "Atualmente, os brasileiros consomem apenas 1/3 da energia utilizada em Portugal, por exemplo. Se o Brasil se desenvolver, vai ter que no mínimo duplicar a geração de energia. E isso não é possível só com as usinas hidrelétricas e as usinas nucleares são uma alternativa melhor do que as termoelétricas, que utilizam combustíveis fósseis", afirma Edson Kuramoto. O especialista ainda conta que, segundo o planejamento da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, até 2030 devem ser construídas entre quatro e oito novas usinas nucleares no Brasil.
Apesar de todas essas vantagens, quando se fala em energia nuclear, levanta-se duas questões: o que fazer com o lixo nuclear e como garantir que as reservas de urânio não serão esgotadas. O problema da geração de lixo parece já ter sido solucionado. "Todos os dejetos são medidos, colocados em armazenados em repositórios que ficam nas próprias usinas, de forma segura. Sem contar que a produção de dejetos nucleares é muito pequena se comparada à de outras atividades. Não há o menor risco de contaminação do meio ambiente. Para se ter uma referência, alguns gases produzidos por termoelétricas ou por carros permanecem na atmosfera por 800 anos.
Entretanto nas últimas semanas nos deparamos com uma realidade não tão tranquila, onde muitos governos no mundo já repensam a utilização de usinas nucleares para a produção de energia e voltam seus recursos e preocupações para a produção de energia através de fontes alternativas.
(texto adaptado da matéria publicada na Revista Nova Escola)
Deste modo, problematize com a sala o tema contextualizando a realidade brasileira e mundial, oportunizando o debate e a construção do conhecimento favorecendo o posicionamento crítico dos alunos sobre o assunto.
Disponibilizo dois vídeos sobre o tema, sendo o primeiro uma abordagem sobre o funcionamento de uma usina nuclear e o segundo uma reportagem do progama Fantástico da Rede Globo que contempla uma visita a Chernobyl em 2001.
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